Quinta-feira, 5 de Janeiro de 2012

PARA CONHECIMENTO DA COMUNIDADE SURDA..

Relativamente ao meu post neste Blog QUEM SERÁ A "TRADUTORApublicado no dia 5 de Novembro de 2009, aqui DOU CONHECIMENTO À COMUNIDADE SURDA da decisão da Meritíssima Juíza do Tribunal de Instrução Criminal do Porto, 2.o Juízo, relativamente à acusação que então me foi feita no Ministério Público de Matosinhos.

 

VER AQUI A DECISÃO DO TRIBUNAL DE INSTRUÇÃO CRIMINAL DO PORTO

 

Penso, sinceramente, ser um caso inédito em Portugal e, porventura no Mundo, sentindo-me obrigado a expressar aqui os meus profundos agradecimentos aos doutos Advogados que estiveram ao meu lado no Processo, DR. TELMO FERNANDES, único Advogado Surdo em Portugal, e DRA. SANDRA REIS.

 

Agradecimentos extensivos a TODOS aqueles que sempre me apoiaram e confiaram no meu sentido ético, especialmente aos MUITOS que se disponibilizaram para minhas testemunhas no caso.

publicado por Armando Baltazar às 12:37
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Quinta-feira, 3 de Março de 2011

Alma minha gentil, que te partiste...

publicado por Armando Baltazar às 08:59
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A Paixão

publicado por Armando Baltazar às 08:56
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A Atracção Física, a Paixão e o Amor...

Atracção física 

Na atracção física reside os nossos instintos atrelados ao nosso estado fisiológico como as necessidades sexuais, prazer e perpetuidade da espécie.

 

Paixão 

A paixão é um forte sentimento que se pode tomar até mesmo como uma patologia provinda do amor. Manifestada a paixão em devida circunstância, o indivíduo tende a ser menos racional, priorizando o instinto de possuir o objecto que lhe causou o desejo. Sendo assim, o apaixonado pode transcender seus limites no respeitante à razão e, em situações extremas, ronda a obsessão. 

Essa atracção intensa e impetuosa está intimamente ligada à baixa de serotonina no cérebro: substância química (neurotransmissor) responsável por vários sentimentos e patologias, dentre eles a ansiedade e o stress; a depressão e a psicose obsessiva-compulsiva.

 

Amor Interpessoal 

O Amor Interpessoal refere-se ao amor entre os seres humanos. É um sentimento mais potente do que um simples gostar entre duas ou mais pessoas. Sem amor refere-se aos sentimentos de amor que não são reciprocidade. Amor Interpessoal é mais associado com relações interpessoais. Tal amor pode existir entre familiares, amigos e casais. Há também uma série de distúrbios psicológicos relacionados ao amor, como erotomania. 

Alguns sentimentos que são frequentemente associados com Amor Interpessoal:

  • Carinho: sentimentos de ternura e / ou querendo proximidade física
  • Atracção: satisfazer necessidades básicas emocionais 
  • Altruísmo: altruísta ou preocupação para outrem
  • Reciprocidade: se o amor é recíproco
  • Compromisso: um desejo de manter o amor
  • Intimidade emocional: a troca de emoções e sentimentos
  • Amizade: o espírito entre amigos
  • Parentesco: laços familiares
  • Paixão: desejo constante, sentido via modificação do ritmo cardíaco
  • Intimidade física: compartilhamento do espaço pessoal e íntimo
  • Auto-interesse: quando se visa recompensas
  • Serviço: desejo de ajudar

A sexualidade pode ser um elemento importante na determinação da forma de um relacionamento, enquanto a atracção sexual, muitas vezes, cria um novo vínculo sexual. Esta intenção, quando isolada, pode ser considerada indesejável ou inadequada em certos tipos de amor. Em muitas religiões e sistemas de ética é considerada errada, a maneira de agir sobre desejo sexual para com a família de forma imediata. Como por exemplo: para as crianças, ou fora de um relacionamento empenhado. No entanto, há muitas maneiras de expressar amor apaixonado sem sexo. Afecto, intimidade emocional, partilha de interesses e experiências são comuns nas amizades e amores de todos os seres humanos.

publicado por Armando Baltazar às 08:50
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O que é o AMOR?

O amor romântico é como um traje, que, como não é eterno, dura tanto quanto dura; e, em breve, sob a veste do ideal que formámos, que se esfacela, surge o corpo real da pessoa humana, em que o vestimos. O amor romântico, portanto, é um caminho de desilusão. Só o não é quando a desilusão, aceite desde o príncipio, decide variar de ideal constantemente, tecer constantemente, nas oficinas da alma, novos trajes, com que constantemente se renove o aspecto da criatura, por eles vestida

(Fernando Pessoa)

publicado por Armando Baltazar às 08:46
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Kadafi fala aos Portugueses

publicado por Armando Baltazar às 08:42
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Sexta-feira, 3 de Dezembro de 2010

Ser IDOSO não é ser VELHO

Idosa é a pessoa que tem muita idade; velha é a pessoa que perdeu a jovialidade. 

A idade causa a degenerescência das células; a velhice causa a degenerescência do espírito. Por isso, nem todo o idoso é velho e há velho que ainda nem chegou a ser idoso.

Você é idoso quando se pergunta se vale a pena; você é velho quando sem pensar responde que não. 

Você é idoso quando está pronto a correr riscos; você é velho quando foge dos riscos. 

Você é idoso quando sonha; você é velho quando apenas dorme. 

Você é idoso quando ainda aprende; você é velho quando já nem ensina.  

Você é idoso quando sente amor; você é velho quando só sente ciúme e possessividade. 

Você é idoso quando o dia de hoje é o primeiro do resto de sua vida; você é velho quando todos os dias parecem ser o último da sua jornada. 

O idoso é aquele que tem tido a felicidade de viver uma longa vida produtiva, de ter adquirido uma grande experiência: é a ponte entre o passado e o presente, como o jovem é a ponte entre o presente e o futuro, e é no presente que os dois se encontram. O velho é aquele que tem carregado o peso dos anos, que em vez de transmitir experiência as gerações vindouras, transmite pessimismo e desilusão. Para ele não existe ponte, existe um fosso que o separa do presente pelo apego ao passado. 

O idoso se renova a cada dia que começa; o velho se acaba a cada noite que termina, pois enquanto o idoso tem seus olhos postos no horizonte onde o sol desponta e a esperança se ilumina, o velho tem sua miopia voltada para os anos que passaram. 

O idoso leva uma vida activa, plena de projectos e esperanças. Para ele o tempo passa rápido, mas a velhice nunca chega. O velho cochila no vazio da sua vida e suas horas se arrastam destituídas de sentido. 

As rugas do idoso são bonitas porque foram marcadas pelo sorriso; já as do velho foram marcadas pela amargura. 

Estou a ficar idoso, tenho 59 anos, mas espero nunca ficar velho...

publicado por Armando Baltazar às 15:16
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A "PRAXE"

A praxe académica é um conjunto amplo de tradições, usos e costumes que se praticam e repetem ao longo dos anos no foro universitário, e cuja Alma Mater é Coimbra. 

Fortemente ligada ao conceito de praxe académica, está a tradição de integrar os caloiros na sua nova escola e nos próprios costumes, pelo que a praxe tem também um ritual iniciático fortemente hierarquizado. 

Esta ligação é forte de tal modo que por muitas vezes se confunde o conceito de praxe, que é o conjunto de todas as tradições e rituais com o de "gozo ao caloiro". 

Actualmente, as actividades de recepção ao Caloiro tem sofrido forte contestação e gerado enorme polémica, chegando mesmo a haver o instauro de processos-crime. 

Associado à praxe académica, está o mote Dura Praxis, Sed Praxis - a praxe é dura, mas é a praxe! - baseada no mote latino Dura Lex, Sed Lex. ISTO É INDAMISSÍVEL! 

publicado por Armando Baltazar às 15:12
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Trajar a Capa e a Batina

Capa e Batina em Portugal é considerado o uniforme do estudante universitário. Deriva das vestes eclesiásticas e, desde sempre, é composto pela batina e capa. Este facto realça o pioneirismo da Igreja no Ensino. De facto, foi o clero que, até ao século XVIII, teve a primazia do ensino ao povo, no qual a Companhia de Jesus teve papel preponderante a partir do século XV. O traje surgiu em Coimbra como forma de distinguir o foro académico das demais classes e ofícios.

 

O traje académico actual, também apelidado de "capa e batina", é composto por uma batina, que foi reduzida a uma casaca (copiada das vestes burguesas), colete, gravata preta, camisa branca, calças simples, sapatos simples, e por uma capa, que deverá tocar no chão, quando colocada sobre os ombros, sem dobras. Esta é a indumentária reservada aos homens, que também podem usar um gorro simples, sem borla. As senhoras, em vez da batina, usam um casaco pela cinta, mas não cintado, uma camisa branca, uma saia travada e abaixo do joelho, meias compridas, pretas e não opacas, sapatos simples, e uma capa igual à dos homens. As origens do traje académico masculino remontam ao século XVI, embora o actual modelo provenha das vestes burguesas de finais do século XIX e inícios do XX, quando estas substituíram o traje talar. O traje feminino surgiu na Universidade do Porto, quando em 1937 o Coral do Orfeão Universitário do Porto passou a apresentar naipes femininos. O traje feminino foi então criado com meias transparentes, como ainda ostentam as Orfeonistas.

publicado por Armando Baltazar às 15:10
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Quinta-feira, 23 de Setembro de 2010

Primeiro Dicionário de LGP em Portugal

FORTE ORGULHO MEU em ambos os gestuantes do mesmo (Ana Bela e Fernando) serem respectivamente minha nora e meu filho. A Comunidade Surda deve estar orgulhosa deles como eu estou.

 

publicado por Armando Baltazar às 07:26
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